Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Notícia
XVI MCC inaugura Tenda de Educação Popular em Saúde da Bahiana
Espaço abrigou rodas de conversa para jovens.
Pela primeira vez, a Mostra Científica e Cultural da Bahiana (MCC), em sua 16ª edição, ofereceu aos visitantes um espaço para discussão de temáticas polêmicas com foco nas juventudes. A Tenda de Educação Popular em Saúde da Bahiana funcionou ao longo do segundo dia da MCC e foi coordenada por jovens do Centro de Atenção às Juventudes (CAJU) em parceria com o Programa Candeal (Bahiana).

No espaço, foram trabalhados saberes populares e sua construção, por meio de rodas de conversas sobre temas como a redução de danos, gênero e sexualidade e relações raciais com participação das Ligas Acadêmicas de Redução de Danos (LARD), Liga Acadêmica Bahiana de Estudo em Saúde Coletiva (LABESC), Liga Acadêmica de Sexualidade e Gênero (LASG) e Liga Acadêmica de Relações Raciais (LARR). Participaram também das rodas, os jovens aprendizes da Bahiana e do Instituto Brasileiro de Oftalmologia e Prevenção de Cegueira (IBOPC).
 
     

A professora Lavínia Boaventura, coordenadora do Programa Candeal, explica que a proposta da tenda foi promover a educação em saúde. “Desmistificar o papel da academia enquanto detentora do saber e trazer para a população e para os indivíduos o diálogo envolvendo temáticas de saber popular é bastante válido”.

O monitor da tenda, João Victor, 4º semestre do curso de Odontologia, fala que o foco da atividade foi a promoção de saúde através de rodas de conversas. “A troca de experiências entre os participantes das ligas, visitantes e alunos foi importante na conscientização em debater assuntos que ainda geram dúvidas e desconhecimento entre o público”.
 
     

A professora de Práticas Interprofissionais de Saúde do Programa Candeal, Marlene Barreto, coordenou uma intervenção pontual sobre redução de danos para o consumo de substâncias psicoativas como o álcool, tabaco e medicamentos. “Inicialmente, promovemos uma roda de conversa com perguntas sobre substâncias psicoativas, discutindo questões relacionadas ao consumo e como o jovem se posiciona no lugar de consumidor”.

Brunelly Lima, 4º semestre do curso de Medicina, explica que as atividades promovidas na tenda permitiram que os alunos se expressassem falando sobre o seu cotidiano. “Gostei muito do trabalho desenvolvido e achei que os alunos se posicionaram muito bem perante as rodas e a própria fala deles é uma forma de construção e desconstrução”.


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